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Lidando uns com os outros ( Devocional – 02 de Maio )

“Sempre dou graças a meu Deus, lembrando-me de você nas minhas orações, porque ouço falar da sua fé no Senhor Jesus e do seu amor por todos os santos.” (Filemom 1.4-5)

xto e Filemom foi um líder cristão na igreja do primeiro século, na cidade de Colossos. Provavelmente um convertido através do ministério do apóstolo Paulo e que veio a ser líder na igreja, um pastor. Ser pastor sempre foi muito mais uma função do que um título, embora o aspecto “título” tenha crescido em importância ao longo dos tempos. Paulo escreveu a Filemom a menor de sus cartas, talvez mesmo um bilhete, mas seu conteúdo é muito especial e terno. Como em outras cartas, ele começou expressando o valor da fé e do amor de seu amigo e aprendiz. Declarou sua gratidão a Deus pelo que ouviu a respeito da vida e das atitudes de Filemom.

São as pessoas que sabem reconhecer o que há de bom em nós que mais autoridade e espaço conquistam para falar conosco a respeito do que não é bom em nós. São aqueles que nos amam e aceitam que mais podem nos influenciar em mudanças. Paulo ouviu coisas boas a respeito de Filemom. Como são importantes as pessoas que dizem coisas boas a respeito de outras! Em agrupamentos de pessoas, seja na escola, no trabalho, no condomínio e, infelizmente, também na igreja, há sempre pessoas para falar mal, criticar de forma errada ou fazer comentários maldosos. Há também a fofoca, que é como a erva tiririca, uma planta com notável poder de multiplicar-se e de superar tentativas de exterminá-la. É uma erva daninha que estraga plantações e jardins. Devemos reconhecê-la e evitá-la.

Paulo tinha um importante assunto para falar com seu amigo, e começou bem: reconhecendo seu valor e trabalho como cristão. Como cristãos podemos e devemos nos ajudar na superação de fraquezas e nos incentivar a boas mudanças. Mas devemos fazer isso com o coração tão cheio de amor que tenhamos a sabedoria de começar da forma certa, como fez Paulo. Devemos ter cuidado com o que falamos uns a respeito dos outros e como lidamos com as fraquezas uns dos outros. Avalie a si mesmo: como tem sido sua atitude e seus comentários a respeito do que julga errado na vida de outras pessoas? Há uma forma ética e espiritual de lidarmos uns com os outros. Que seja esta a nossa escolha.