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Apenas um mandamento (Devocional – 08 de Julho)

“O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei.”  (João 15.12)

Veja que declaração simples! Jesus não apresentou uma lista de mandamentos, mas apenas um. Apenas este é o bastante. Ele é o mais desafiador dos mandamentos e todos os outros dependem dele. Ele é tão desafiador que não poderemos cumpri-lo jamais, a menos que sejamos unidos a Cristo para que Ele nos capacite. O desafio é amar como Ele nos amou: “Amem-se uns aos outros como eu os amei”. Não como as pessoas costumam amar. Não da melhor forma que nos for possível. Não com o tipo de amor que recebemos, que nos foi possível com a história que tivemos.  Mas, com um tipo de amor divino, cheio de graça, perdão, misericórdia e bondade. Não o tipo humano, egoísta, que ama sob condições bem claras e que busca mais o benefício próprio do que o bem do ser amado.

No início do capítulo Jesus declarou: “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” (Jo 15.5). Para amarmos uns aos outros como Jesus nos amou é preciso que estejamos unidos a Ele, como um ramo está unido a uma videira, como um galho da mangueira à mangueia. Um galho da mangueira não pode dar manga se não estiver ligado a ela. Para amarmos, com o amor com que Cristo nos amou, é preciso estar ligados àquele que é Amor (1 Jo 4.8). Ele sabe que nos deu um mandamento maior do que podemos cumprir sozinhos. Mas Ele não pretende nos deixar sozinhos. Em lugar de criar nossos próprios mandamentos, é no de Jesus que devemos nos concentrar: o amor no centro de tudo.

Quando ignoramos a centralidade do amor em nossa vida com Deus, é como se estivéssemos tentando produzir frutos por nós mesmos. Quando tentamos merecer em lugar de celebrar a graça e o amor de Deus, estamos virando as costas para o que Cristo fez por nós e jamais conheceremos Seu amor. Quando confiamos no amor de Cristo e aceitamos o mandamento de amar como somos amados, entramos num ciclo virtuoso em que seremos transformados. Por todo lado há gente precisando ser amada, tanto fora da igreja quanto dentro dela. Nossa família é um campo fértil também e devemos começar por ela. Portanto, estamos diante de um campo fértil para nossa obediência e crescimento. O que estamos esperando?